Epígrafe
As melhores e as mais lindas coisas do mundo não se pode ver nem tocar.Elas devem ser sentidas com o coração Charles Chaplin
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Resenha
A educação ambiental tem a
função de orientar mais as crianças nas escolas sobre os problemas ambientais,
também dando a oportunidades para as crianças conhecerem mais, sabendo assim como
preservar o meio ambiente.
Para isso foi implantada a
agenda 21 global, que pode ser definida como um instrumento de
planejamento para a construção de sociedades sustentáveis sendo assim o MMA e o
MEC criou um programa com as escolas onde prevê a elaboração da Agenda 21 nas escolas
Mas não é o que esta
acontecendo, pois ainda há escolas que não
implantaram esse tipo de educação. No Tocantins, por exemplo, as escolas públicas
acreditam que educação ambiental não é viável.
Contudo as crianças que não
receberam essas orientações não puderam colaborar para um futuro melhor .
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Resenha- resumo
1-diferentes concepções de evolução
MARCONDES,
Ayrton César. Biologia ensino médio volume 2. São Paulo: Escala educacional, 2008. Capitulo 2
2- Professor do curso básico de educação ambiental
3- A muitos anos atrás cientistas arriscavam diversas hipóteses
sobre a origem da vida na terra , e atualmente conhecemos duas posições , sendo
uma o criacionismo que é baseado em
Deus, onde Deus criou todas as coisas.Temos também a teoria evolucionista, a teoria
de Darwin , onde explica que a vida na terra deu-se origem a partir de uma explosão
, conhecida como Big bang.
Antes de essas teorias surgirem os cientistas tinham a ideia de
que a vida era considerada uma geração espontânea ,ou também abiogênese ,onde
um principio ativo seria o responsável pelo aparecimento dos seres vivos.
Mas Oparin E Haldane (cientistas) concluíram através de
experimentos, que grandes moléculas orgânicas formavam-se a partir de moléculas
simples nos mares primitivos da terra. E essas moléculas reunidas, metano,amônio,hidrogênio
e vapor de água, foram responsáveis por dar a origem aos coacervados (aglomerado
de moléculas protéicas envolvidas
por água.)
Uma outra hipótese sobre a origem da vida na terra é a autotrófica
, segunda ela a vida teria surgido nas regiões mais profundas dos mares.
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
Robôs de DNA irão transportar anticorpos para células doentes
por Andressa Basílio
Revista Galileu
O combate ao câncer e a doenças autoimunes, como diabetes e esclerose múltipla, deve ganhar um pequeno aliado que fará grande diferença na chance de cura. Estudiosos do Instituto de Pesquisas Biofísicas de Harvard estão desenvolvendo um nanorrobô feito de DNA dobrado que será capaz de transportar anticorpos até as células doentes do corpo e, assim, estimular sua autodestruição.
Os pesquisadores usam uma nova tecnologia batizada de origami de DNA. Assim como a dobradura japonesa, fitas de nosso código genético são quimicamente combinadas de modo a formar um nanorrobô em formato de concha. Dentro dele, são colocados anticorpos que viajam pela corrente sanguínea. Ao se deparar com uma célula danificada, a concha se abre, liberando anticorpos previamente selecionados de acordo com o tipo de doença que se quer atingir.
Uma das vantagens do tratamento é não matar células saudáveis. “As chances de sucesso são maiores e os efeitos colaterais quase inexistentes”, diz Shawn Douglas, um dos coordenadores da pesquisa.
Futuramente, os robôs também poderão transportar medicamentos até as células doentes. Mas há pelo menos 10 anos de estudos à frente até que a tecnologia chegue ao mercado. “Nosso maior desafio é evitar que o organismo se defenda e combata o nanorrobô”, diz Douglas. Se tudo ter certo, em vez de químicos pesados, nosso próprio sistema imunológico poderá nos defender. Não contavam com sua astúcia.
Os pesquisadores usam uma nova tecnologia batizada de origami de DNA. Assim como a dobradura japonesa, fitas de nosso código genético são quimicamente combinadas de modo a formar um nanorrobô em formato de concha. Dentro dele, são colocados anticorpos que viajam pela corrente sanguínea. Ao se deparar com uma célula danificada, a concha se abre, liberando anticorpos previamente selecionados de acordo com o tipo de doença que se quer atingir.
Uma das vantagens do tratamento é não matar células saudáveis. “As chances de sucesso são maiores e os efeitos colaterais quase inexistentes”, diz Shawn Douglas, um dos coordenadores da pesquisa.
Futuramente, os robôs também poderão transportar medicamentos até as células doentes. Mas há pelo menos 10 anos de estudos à frente até que a tecnologia chegue ao mercado. “Nosso maior desafio é evitar que o organismo se defenda e combata o nanorrobô”, diz Douglas. Se tudo ter certo, em vez de químicos pesados, nosso próprio sistema imunológico poderá nos defender. Não contavam com sua astúcia.


Pesquisadores registram baleias dormindo no Chile

Baleias cachalote dormem em grupo, no Chile// Crédito: Reprodução Nature
Um encontro acidental entre um barco de pesquisadores e um grupo de baleias cachalote dormindo abriu um novo campo de conhecimento sobre o que se sabia dos hábitos da espécie. Segundo os cientistas da Universidade de St Andrew´s, do Reino Unido, as baleias entram em sono profundo por um curto período de tempo no dia, e isso as leva a serem classificadas como os mamíferos menos dependentes do sono do mundo. A pesquisa foi divulgada pela revista Nature.
Os pesquisadores estavam monitorando baleias cachalote da espécie Physeter macrocephalus, no nordeste do Chile, quando encontraram um grupo de baleias dormindo verticalmente na água. O barco chegou bem perto, e nenhuma acordou. "Foi na verdade muito assustador, estávamos com o motor desligado, mas chegamos muito perto para gravar os barulhos que elas faziam, mas logo percebi que o melhor seria ir com o barco para longe, e não correr o risco de ligar os motores
e fazê-las reagirem assustadas", afirmou o pesquisador Luke Rendell.
As baleias cachalote costumam agir em defesa do grupo, e têm hábitos agressivos. Cada um dos animais pesava ao menos o dobro do barco. Sabendo desse dado, dá para entender o medo dos pesquisadores.
O encontro casual foi importante porque eles já haviam instalado chips em 59 baleias em um outro momento da pesquisa e perceberam que 7% do tempo elas passavam boiando muito perto da superfície. Eles não tinham a confirmação até então que elas estavam mesmo dormindo.
e fazê-las reagirem assustadas", afirmou o pesquisador Luke Rendell.
As baleias cachalote costumam agir em defesa do grupo, e têm hábitos agressivos. Cada um dos animais pesava ao menos o dobro do barco. Sabendo desse dado, dá para entender o medo dos pesquisadores.
O encontro casual foi importante porque eles já haviam instalado chips em 59 baleias em um outro momento da pesquisa e perceberam que 7% do tempo elas passavam boiando muito perto da superfície. Eles não tinham a confirmação até então que elas estavam mesmo dormindo.
Baleias e golfinhos descansam apenas um dos hemisférios do cérebro por vez. Isso, porque, eles precisam fazer coisas importantes que obrigam a atividade física, como respirar à superfície, ou até
evitar predadores. Eles nunca baixam totalmente a guarda. Agora, eles perceberam que no momento em que estão boiando, elas realmente estão dormindo profundamente. Esse período em que elas não se mexem, e não respira, dura de dez a quinze minutos. Os pesquisadores não conseguiram perceber se efetivamente as baleias tinham um dos olhos abertos, o que levaria a crer que elas estavam alertas, mas a total falta de resposta à proximidade dos pesquisadores, leva a
crer que elas estavam dormindo mesmo profundamente.
evitar predadores. Eles nunca baixam totalmente a guarda. Agora, eles perceberam que no momento em que estão boiando, elas realmente estão dormindo profundamente. Esse período em que elas não se mexem, e não respira, dura de dez a quinze minutos. Os pesquisadores não conseguiram perceber se efetivamente as baleias tinham um dos olhos abertos, o que levaria a crer que elas estavam alertas, mas a total falta de resposta à proximidade dos pesquisadores, leva a
crer que elas estavam dormindo mesmo profundamente.
Se elas dormem mesmo apenas 7% do tempo, é um contraste em relação a outras espécies de baleias como a beluga, que dorme 32% do dia.
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
| Plasticidade Cerebral | ||||||
| Pesquisadores aprofundam estudos sobre troca de informações entre células-tronco neurais | ||||||
| por Ben Thomas | ||||||
No fim de 2009, outra equipe de pesquisadores levantou a mesma hipótese e a imprensa anunciou a descoberta com manchetes que diziam “Antidepressivos criam novas células cerebrais” – ainda que nem todos concordassem com essa conclusão. Ainda assim, se o princípio se aplicava ou não a humanos, uma pergunta muito mais básica pedia uma resposta: Como, exatamente, o cérebro forma novas células? Um chute razoável seria: “por meio de sinapses”. Afinal, é assim que muitos neurônios se comunicam: a informação eletroquímica é transmitida de um neurônio para a ponta de outro, continuamente. Existem, porém, duas exceções significativas a esse sistema. A primeira foi descoberta há poucos anos, conforme cientistas aprofundaram os estudos a respeito do papel das neuroglias (também conhecidas como “glias”), células sem sinapses que muitos achavam servir apenas de apoio estrutural para os neurônios. Um estudo de 2008 mostrou, porém, que as glias ajudam a controlar o fluxo sanguíneo cerebral, e pesquisas em 2010 demonstraram que algumas glias – células conhecidas como astrócitos – respondem ativamente a certas mensagens neurotransmissoras. A segunda exceção à regra da sinapse é ainda mais misteriosa, principalmente por ser uma descoberta recente: como relata o periódico Nature, uma equipe liderada por Hongjun Song, da Escola de Medicina da Johns Hopkins University descobriu que células-tronco neurais “ouvem” os sinais químicos perdidos que “vazam” das sinapses. É possível pensar nas células-tronco neurais como uma espécie de “embrião neural”: dependendo das condições do ambiente, elas podem se desenvolver em neurônios ou em glias. E a parte estranha da maneira como essas células se comunicam é: elas não respondem a um único sinal, mas ao “clima” geral do ambiente – a sensações crônicas de estresse, por exemplo. Como forma de resposta, elas podem se transformar em neurônios ou em glias – ou mesmo levar o cérebro a produzir células completamente novas. As células-tronco neurais parecem estar particularmente interessadas no químico GABA (ácido gama-aminobutírico), um neurotransmissor envolvido com a inibição de sinais de outros neurônios. Quando cientistas bloqueiam artificialmente os receptores GABA dessas células-tronco, as células “acordam” e começam a se replicar – mas quando os sinais GABA chegam aos receptores, as células-tronco permanecem adormecidas. “Nesse caso”, explica Song, “a comunicação GABA mantém as células-tronco cerebrais na reserva. Então, se não precisamos delas não as usamos”. Em resumo, o “vazamento” de sinapses não é um desperdício – na verdade, ele é essencial para as habilidades que o cérebro tem de se modelar. E isso traz algo bem interessante: não são apenas sinais individuais que transmitem informações neurais, mas experiências inteiras. Nesse aspecto, o cérebro – de ratos ou humanos – é diferente de qualquer computador. Fonte: http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/plasticidade_cerebral.html | ||||||
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